quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Lisboa a preto e branco

Lisboa...
Dos recantos e encantos...
Lisboa dos jardins
Dos quiosques e esplanadas
Lisboa a preto e branco
Da calçada e dos eléctricos
Das escadinhas e ruelas
Das tasquinhas
Das floristas
Lisboa Das praças
Dos Teatros e museus
Lisboa do sol e do Tejo
Lisboa das esquinas
Dos loucos e dos artistas
Dos Que pintam, dos que pedem
Dos que dormem na rua
Lisboa dos Que respiram Lisboa
Dos Que amam, dos que odeiam
Dos que passeiam pl'o Chiado
De olhar fascinado
Dos que caminham sem sentido
De olhar vazio ou perdido
Lisboa dos recantos e desencantos
Lisboa já foi romana
Foi porto, foi passagem
Abrigo de viajantes
Lisboa Já foi das descobertas
Foi império, foi coragem
Lisboa já foi dos cravos
Da esperança, da liberdade
E dos seus heróis e poetas
Lisboa Não é velha, nao é moça
Não é pobre nem é rica
Lisboa é multidão e solidão
É euforia, nostalgia
Lisboa será sempre Lisboa
Lisboa do Fado...
Lisboa saudade...
Lisboa a Preto e branco...

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